Não me venha com a sua gentileza, você já me deu seu não
Pra que tanta delicadeza, eu não quero sua boa educação.
Essa sua destreza não diminui a dor da negação
Seu discurso, sua franqueza não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
Não me traga mais esse peso da sua busca por perdão
Sua escolha, seu caminho, sua paga, seu preço, sua adequação
Seu medo de viver sozinho sem a minha resignação
Você quer demais do meu carinho, é imensa a sua pretensão de ficar
De eu poder te guardar, num lugar só seu.
Escolheu caminhar sozinho, não cabem os meus passo do seu lado,
Então
Vou continuar comigo, e a melhor Cia pro meu coração
Não cultivo esse egoísmo é tão triste sua maldição
De não saber olhar pro lado de não se dar inteiro
Para quem possa mais e amar, sem medir, ou se dar sem metades, sem "senãos"
Não
Não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
(Karen Simões Corrêa)
domingo, 10 de junho de 2012
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