O pé que pisa o palco veste verde
5 Caras na TV
Multicor...
A menina descalça esnoba e vê
Que o lance é sair por ai
Sem se indispor
Sem se vender
Só em ser
Vermelho, ouro
xadrez,
violão
O momento é esse
Riscar o chão
Rasgar-se em tudo
Um passo pra frente e toda pretensão de quem sabe ganhar o mundo
Sem se render
Sem se perder
E só ser.
Sem se render
Sem se vender
Só ser.
(Letra de Sandra Tavares com colaboração de Karen Corrêa)
quinta-feira, 19 de julho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Não
Não me venha com a sua gentileza, você já me deu seu não
Pra que tanta delicadeza, eu não quero sua boa educação.
Essa sua destreza não diminui a dor da negação
Seu discurso, sua franqueza não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
Não me traga mais esse peso da sua busca por perdão
Sua escolha, seu caminho, sua paga, seu preço, sua adequação
Seu medo de viver sozinho sem a minha resignação
Você quer demais do meu carinho, é imensa a sua pretensão de ficar
De eu poder te guardar, num lugar só seu.
Escolheu caminhar sozinho, não cabem os meus passo do seu lado,
Então
Vou continuar comigo, e a melhor Cia pro meu coração
Não cultivo esse egoísmo é tão triste sua maldição
De não saber olhar pro lado de não se dar inteiro
Para quem possa mais e amar, sem medir, ou se dar sem metades, sem "senãos"
Não
Não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
(Karen Simões Corrêa)
Pra que tanta delicadeza, eu não quero sua boa educação.
Essa sua destreza não diminui a dor da negação
Seu discurso, sua franqueza não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
Não me traga mais esse peso da sua busca por perdão
Sua escolha, seu caminho, sua paga, seu preço, sua adequação
Seu medo de viver sozinho sem a minha resignação
Você quer demais do meu carinho, é imensa a sua pretensão de ficar
De eu poder te guardar, num lugar só seu.
Escolheu caminhar sozinho, não cabem os meus passo do seu lado,
Então
Vou continuar comigo, e a melhor Cia pro meu coração
Não cultivo esse egoísmo é tão triste sua maldição
De não saber olhar pro lado de não se dar inteiro
Para quem possa mais e amar, sem medir, ou se dar sem metades, sem "senãos"
Não
Não me dão a razão
De estancar
O “Talvez” de parar, e barrar esse ardor
(Karen Simões Corrêa)
terça-feira, 5 de junho de 2012
Um quadro a mais
Se eu quiser te percorrer
Corro o risco sem querer de não querer mais acabar.
Pele a pele
Ton sur ton
Um quadro a mais
Transparente espelho fora de lugar
Ah, se eu aceito este convite
Do seu beijo sem promessas de me dar um dia a mais.
Ah, se me pega este deslize.
Dessa mão a desenhar um caminho sobre a tua pele que não tem volta...
Esse olhar que sorrindo me prende.
Esta boca que me chama a duvidar se eu não vou querer um pouco mais, se eu não vou querer ficar.
Se eu quiser te percorrer
Corro risco de querer e querer me demorar.
De mudar caminhos, decorar desvios do seu corpo a provocar.
Ah se eu tapo os meus ouvidos,
e mergulho sem limites,
se eu me jogo nesse mar.
Ah se eu me esqueço do teu nome,
da tua voz e da tua fome,
do meu mundo e seu lugar.
Corro o risco sem querer de não querer mais acabar.
Pele a pele
Ton sur ton
Um quadro a mais
Transparente espelho fora de lugar
Ah, se eu aceito este convite
Do seu beijo sem promessas de me dar um dia a mais.
Ah, se me pega este deslize.
Dessa mão a desenhar um caminho sobre a tua pele que não tem volta...
Esse olhar que sorrindo me prende.
Esta boca que me chama a duvidar se eu não vou querer um pouco mais, se eu não vou querer ficar.
Se eu quiser te percorrer
Corro risco de querer e querer me demorar.
De mudar caminhos, decorar desvios do seu corpo a provocar.
Ah se eu tapo os meus ouvidos,
e mergulho sem limites,
se eu me jogo nesse mar.
Ah se eu me esqueço do teu nome,
da tua voz e da tua fome,
do meu mundo e seu lugar.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Mais Ninguém
É uma tortura, um medo que não passa.
E eu aqui em tempo de ficar louca.
Eu me viro, eu tento, eu troco o passo
E o que eu faço quando muito, é pouco
Ai Meu Deus se o mundo me ajudasse,
E te contasse que eu entendo, eu perdôo.
E que o destino não é tão criativo assim...
Os mesmos erros de novo.
Eu me desfaço e faço pro seu jeito,
Mais uma vez eu jogo o teu jogo
Eu corro atrás, eu reinvento o tempo
Eu faço tudo e quase que nem sofro
E no escuro faço o teu momento
E faço fácil como um sopro ou um gesto
Eu te procuro, eu quero o teu olhar
Se nos teus olhos me vejo, me entrego.
E te pergunto se é bom ter alguém:
Tão à mão, tão por perto, do seu lado e tão certo, como mais ninguém?
Eu que me acho até tranqüila e calma
É só te ver que eu perto o meu rumo
E se eu erro e erro feio às vezes, se você sofre que remédio? Eu sumo
Com você ganho sentido e espaço
Se no teu colo me transformo me acho
Melhor talvez, mas diferente sim
Eu busco mais do que paz nos teus braços
E me pergunto se é bom ter alguém que me faça tão bem?
Não sei...
Mas não quero mais ninguém.
Eu me desfaço e faço pro seu jeito,
Mais uma vez eu jogo o teu jogo
Eu corro atrás, eu reinvento o tempo
Eu faço tudo e quase que nem sofro
E no escuro faço o teu momento
E faço fácil como um sopro ou um gesto
Eu te procuro, eu quero o teu olhar
Se nos teus olhos me vejo, me entrego.
Eu que me acho até tranqüila e calma
É só te ver que eu perto o meu rumo
E se eu erro e erro feio às vezes, se você sofre que remédio? Eu sumo
Com você ganho sentido e espaço
Se no teu colo me transformo me acho
Melhor talvez, mas diferente sim
Eu busco mais do que paz nos seus braços
(Karen Simões Corrêa - meus vinte e poucos anos...)
E eu aqui em tempo de ficar louca.
Eu me viro, eu tento, eu troco o passo
E o que eu faço quando muito, é pouco
Ai Meu Deus se o mundo me ajudasse,
E te contasse que eu entendo, eu perdôo.
E que o destino não é tão criativo assim...
Os mesmos erros de novo.
Eu me desfaço e faço pro seu jeito,
Mais uma vez eu jogo o teu jogo
Eu corro atrás, eu reinvento o tempo
Eu faço tudo e quase que nem sofro
E no escuro faço o teu momento
E faço fácil como um sopro ou um gesto
Eu te procuro, eu quero o teu olhar
Se nos teus olhos me vejo, me entrego.
E te pergunto se é bom ter alguém:
Tão à mão, tão por perto, do seu lado e tão certo, como mais ninguém?
Eu que me acho até tranqüila e calma
É só te ver que eu perto o meu rumo
E se eu erro e erro feio às vezes, se você sofre que remédio? Eu sumo
Com você ganho sentido e espaço
Se no teu colo me transformo me acho
Melhor talvez, mas diferente sim
Eu busco mais do que paz nos teus braços
E me pergunto se é bom ter alguém que me faça tão bem?
Não sei...
Mas não quero mais ninguém.
Eu me desfaço e faço pro seu jeito,
Mais uma vez eu jogo o teu jogo
Eu corro atrás, eu reinvento o tempo
Eu faço tudo e quase que nem sofro
E no escuro faço o teu momento
E faço fácil como um sopro ou um gesto
Eu te procuro, eu quero o teu olhar
Se nos teus olhos me vejo, me entrego.
Eu que me acho até tranqüila e calma
É só te ver que eu perto o meu rumo
E se eu erro e erro feio às vezes, se você sofre que remédio? Eu sumo
Com você ganho sentido e espaço
Se no teu colo me transformo me acho
Melhor talvez, mas diferente sim
Eu busco mais do que paz nos seus braços
(Karen Simões Corrêa - meus vinte e poucos anos...)
sábado, 14 de abril de 2012
Mais de mim
Eu podia até ouvir seu coração bater mais do que o meu
Imaginar o meu caminho em meio às pistas que você me deu
Mas é querer demais
Querer demais pra mim
Eu podia até pedir ao mundo pra parar de rodar.
Só pra eu fica ali
E me perder no seu olhar em meio a tudo que
é tão
pra sempre seu
Que até me cabe
Ah se pudesse te contar tudo que eu vi ali
Ah sonho um verso pra te dar tudo que eu tenho em mim
Ah. Tenho nada pra pedir / só não demore
Será que meu destino é
Contar histórias ao vento
Com princípio, meio e fim...
Tantos "poréns", "entretantos", confusões e afins
emaranhados de fios atrelados a mim
emaranhados de fios sem fim
Sem fim
Ah se pudesse te cantar tudo que eu vi aqui
Ah sonho um verso pra te dar tudo que eu tenho em mim
Ah. Tenho nada pra pedir / só não demore
Imaginar o meu caminho em meio às pistas que você me deu
Mas é querer demais
Querer demais pra mim
Eu podia até pedir ao mundo pra parar de rodar.
Só pra eu fica ali
E me perder no seu olhar em meio a tudo que
é tão
pra sempre seu
Que até me cabe
Ah se pudesse te contar tudo que eu vi ali
Ah sonho um verso pra te dar tudo que eu tenho em mim
Ah. Tenho nada pra pedir / só não demore
Será que meu destino é
Contar histórias ao vento
Com princípio, meio e fim...
Tantos "poréns", "entretantos", confusões e afins
emaranhados de fios atrelados a mim
emaranhados de fios sem fim
Sem fim
Ah se pudesse te cantar tudo que eu vi aqui
Ah sonho um verso pra te dar tudo que eu tenho em mim
Ah. Tenho nada pra pedir / só não demore
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Tanto faz
Tanto faz
Olha Amor
Tenho pouco tempo e só algumas linhas pra te confessar
Então pergunte só no final.
Preste atenção
Não posso garantir que os dados vão cair
Como as fichas da tua mão
Deixa que o acaso junte as pontas
Venha e não me conte nada mais
Deixa pro mundo o "faz de conta"
Que no nosso absurdo tanto faz
Tira esta armadura é jogo limpo
E nessa loucura eu pago mais
Mesmo que o maior perigo seja te ganhar demais
Vem me embaralha mais um pouco
Casa a casa te percorro
Se fechar o tabuleiro eu abro o jogo
Deixa que o acaso junte as pontas
Venha e não me conte nada mais
Deixa pro mundo o faz de conta
Que no nosso absurdo tanto faz
(Karen Corrêa E Paola Giovana)
Olha Amor
Tenho pouco tempo e só algumas linhas pra te confessar
Então pergunte só no final.
Preste atenção
Não posso garantir que os dados vão cair
Como as fichas da tua mão
Deixa que o acaso junte as pontas
Venha e não me conte nada mais
Deixa pro mundo o "faz de conta"
Que no nosso absurdo tanto faz
Tira esta armadura é jogo limpo
E nessa loucura eu pago mais
Mesmo que o maior perigo seja te ganhar demais
Vem me embaralha mais um pouco
Casa a casa te percorro
Se fechar o tabuleiro eu abro o jogo
Deixa que o acaso junte as pontas
Venha e não me conte nada mais
Deixa pro mundo o faz de conta
Que no nosso absurdo tanto faz
(Karen Corrêa E Paola Giovana)
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