Não posso
evitar
Lamento
E nem
tentaria
Não quero.
Olho seus
olhos e enxergo depois do seu olhar
Além da
retina
Te vejo pelo
poros
Te leio as
entrelinhas
No tato.
E te
respondo
Eu sempre
mostro
Mesmo em
silêncio, mesmo em hiatos
Mas você
teria que olhar de volta.
E talvez se
assuste
Não por verdades
desvendadas
Mas pela nudez,
que destrói as defesas.
Essa sua
coragem atrevida.
Que me olha
de cima dos ombros.
Segue viagem
num mundo como se pudesse habita-lo só.
Talvez calçando
um par ou dois de compreensão
E vestida de
meia dúzia de rimas.
Eu também
estou nua pra vc.
Minha compensação
por invadir esses seus lugares íntimos.
Como um
cisco no olho.
Nua pelos
textos
Que escrevo,
como se você os lesse.
Encontro
ecos por ai que nem sabem o que me inspira.
E sim, o riso
acha casa em meus lábios,
Mesmo nesse
vazio
Mas por hora
ainda te vejo.
Olho.
E você dança
nesse lugar em que eu não existo.
E que eu não
quero mais invadir.
Quero ser
convidada a entrar.
Nuuuuuuuuu
ResponderExcluirLi e senti o que tenho vivido nas últimas semanas...
Ei Lary.
ResponderExcluirPois é, eu sempre tento, me reviro, mas tem horas que vc tem que deixar fluir para ver.