A porta ali, aberta
Seguro um pouco
Tento novamente
Inutilmente
dialogo com o tempo
Pergunto
É repetidamente muda a resposta
Mas dentro em mim algo sussurra
"Pra quê?"
Minha consciência volta
A cabeça gira a perder o rumo
E obrigatoriamente me volto pra frente
Olho novamente a porta
E vejo a falta de sentido em negar o passo
De repente não serve mesmo me prender
Não vale permanecer
A burrice absurda que mora em teimar
Deixar de viver não impede o correr do tempo
O Tic Tac maiúsculo do nosso relógio
E a gente passa
E depois da abertura
No horizonte
É vida por chegar
sábado, 2 de agosto de 2014
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