Palavra lançada não volta
Pede
Peca
Carrega consigo a dupla face de ser mensagem e pedir retorno.
Em feito
Em rima
Alívio pretérito que fica em quem a lança,
futura dor quando cai e não alcança
Quando erra mira,
Ressonância, sai de rota.
Quando é insuficiente e apenas, não.
Mas espere.
A culpa nunca é da palavra.
A culpa é sempre da escolha. Da colheita.
Do vão
Dance com as palavras, trate-as com carinho porque elas são eternas, infinitas e sempre lembram
Se oferecem ao teu uso com servidão e obediência natas.
Como quem olha nos olhos e sorri em compreensão à súplica.
Como quem percorre dentro de nós o caminho do sentir e junta em cada canto a letra certa pra dizer
São o brinde à reflexão
São o ouro do entendimento
São a última fronteira.
Palavra é alma aberta
domingo, 3 de agosto de 2014
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