quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Quem mandou?

Ontem eu falei de você
Mas mudei seu nome,
Acho que até seu sexo
Mas não consegui mudar seus cabelos
É que eu os adoro
Tanto...
Seria uma violência contra mim mudá-los
Também não mexi na sua boca...
E nem no seu olhar
Não fui capaz.
Não que eu não goste do seu nome.
Na verdade eu adoro,
e quando o escuto, as vezes,
me erro
Não é que eu não goste do seu sexo,
Na verdade só de pensar,
estaco
E aquele tempo
pensando
me para a vida
E deixo de existir naquele momento
Ou paro para existir maior, de sentir tão forte.
Na verdade eu não queria era ter falado de você
Mas quem mandou você vir assim,
sorrateiramente na minha memória?!
Mesmo com outro nome.
Seu sobrenome ainda é pra mim o mesmo:

Querer. 

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