sábado, 16 de agosto de 2014

Se a sua boca beijasse com meu nome.

Eu quero te beijar
Ao som de “Sua estupidez”
A versão da Gal no acústico, sabe?
Aquele arranjo de cordas a passear em mim.
A me tocar com pontas de dedos
A distrair meu beijo.
Minhas mãos em seus cabelos,
A passear na nuca.
Meu corpo inteiro a alisar o seu
A voz da Gal a ativar sentidos
Desejos.
Mas qual é mesmo o seu nome?
É que te vi naquela mesa...
E nem tenho certeza de "porque" você.
Tem que começar com essa música
E você vai entender.
Assim que me reconhecer
Porque se passar dessa noite você vai precisar saber.
Vais ver, é minha trilha mais perfeita.
Já foram meus os apelos naquelas melodias.
Mas não hoje,
Hoje, entenda, é minha a estupidez.
Idiota sou eu,
Em algum momento eu desaprendi a amar.
A viver o amor
A ver
Tomo decisões sem pensar, conto até 20 e ainda não sei
Penso outra vez, da vez, de outra vez...
Não é que eu não ame, ou tenha deixado de ser mira do amor.
Na verdade, eu não sei.
Ele me vinha cheio,
certeiro,
inteiro,
tanto que não sobrava em mim lugar.
Amor, “Só louco”
Caymmi
Me cai bem
O amor de me exilar
Mas não essa noite.
Só em lá,
Lar em sol.
Notas diminutas
Vou tentar outras músicas,
Vou escrevê-las pra você.
Mas essa você já tem que saber.
Me diz seu nome?
Eu não quero te assuntar,
O amor não chegou em mim
Ele por hora está extraviado
Desaprendeu onde moro.
Cansou de ser mal tratado pela minha teimosia
Só funciona fatal meu radar a achar na multidão
O que será meu dono, sem querer me ler
Nem “Acabou chorare”,
Nem começo.
Nem às 4 da manhã.
“Quem gostou de mim” Tatit?
Chame-a pra cá.
Quero resenha
Que agora estou assim, sem saber de mim.
De mi menor, em dor maior

Em si

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